A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais homenageou, no dia 25 de setembro de 2025, os policiais civis que atuaram na prisão do acusado de um crime de violência doméstica e sexual que gerou grande repercussão em Borda da Mata. A homenagem foi feita atendendo a requerimento da Comissão de Segurança Pública, a pedido do deputado Caporezzo. O presidente da Comissão é o deputado Tadeu Leite e o 1º secretário, deputado Gustavo Santana. Os policiais receberam certificados de congratulações como forma de reconhecimento pelo trabalho ágil e eficiente que levou à localização e prisão do suspeito.
Foram homenageados o delegado de polícia Dr. Paulo César Sousa Oliveira, o delegado Dr. Delmes Rodrigues Feiten (de Bueno Brandão), os investigadores Elon Mattos Pereira e Guilhard Ferreira Corrêa, além dos escrivães Ewerson de Oliveira Nascimento e Romilton Eller(de Bueno Brandão). Também foram reconhecidos os servidores municipais que atuaram no apoio interno e nas oitivas dos envolvidos: Dario Luíz Alves, Gustavo Pereira de Oliveira e Marcos Antônio Brandão, todos escrivães ad-hoc e servidores públicos municipais.
O deputado Caporezzo destacou a importância da atuação integrada da Polícia Civil, ressaltando que o empenho dos profissionais foi fundamental para garantir a prisão do acusado poucos dias após o crime. O caso aconteceu na madrugada de 16 de agosto, quando uma mulher foi surpreendida em casa pelo ex-namorado, de quem já vinha sofrendo perseguições e ameaças. Durante a invasão, ele a agrediu fisicamente, cortou parte de seu cabelo com uma tesoura e a coagiu a manter relação sexual. O suspeito fugiu, mas foi localizado e preso no dia 19 de agosto, graças à rápida resposta das forças de segurança.
Dois dos policiais homenageados são de Bueno Brandão, demonstrando a importância da cooperação regional no enfrentamento à criminalidade. A ação policial foi amplamente elogiada pelas autoridades e pela população, reforçando a relevância da denúncia e da atuação imediata em casos de violência contra a mulher. Situações semelhantes devem ser comunicadas pelos canais oficiais, como o 190 (emergência policial) e o 180 (Central de Atendimento à Mulher), que oferecem atendimento gratuito e sigiloso.