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Léo Guimarães, de Borda da Mata, é homenageado na Bienal do Livro de São Paulo e celebra trajetória literária

O escritor e poeta Léo Guimarães, de Borda da Mata, viveu nos últimos dias uma intensa agenda literária, marcada por encontros, declamações, homenagens e importantes reconhecimentos.  Durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Léo Guimarães foi agraciado com a Medalha de Poeta do Ano e com o Certificado de Honra ao Mérito, este último em reconhecimento à sua participação em cinco edições consecutivas da Coletânea Poética Internacional Café com Leni e Convidados, organizada pela mentora literária Leni Zilioto, de Lucas do Rio Verde-MT. Ainda durante a Bienal, Léo recebeu o Diploma de Mérito Acadêmico Ciccillo Matarazzo, concedido pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia-RJ, por intermédio de seu presidente, Rogério Veiga. A homenagem acrescentou um novo capítulo à trajetória literária do escritor, que tem levado o nome de Borda da Mata a diferentes espaços culturais.

A viagem para São Paulo também proporcionou encontros especiais com outros nomes da literatura, quando o poeta conheceu pessoalmente as escritoras Eva Salustiano, de Currais Novos-RN, e Fátima de Sá Sarmento, de João Pessoa-PB, fortalecendo laços de amizade e intercâmbio entre escritores.

Nos dias que antecederam a Bienal, Léo Guimarães já havia participado de outros dois eventos que considera inesquecíveis. Em São Lourenço-MG, participou do VII Encontro do Grupo Literário Fonte das Letras, realizado sob o tema “As Quatro Estações”. Para a ocasião, o poeta escreveu especialmente o poema “Estações da Vida”, que foi declamado durante o encontro.

Outro momento de grande significado ocorreu no Sarau Lítero-Musical em homenagem aos italianos, promovido pela Academia Pouso-alegrense de Letras, instituição da qual Léo Guimarães ocupa a Cadeira 29. O evento foi realizado no Teatro Municipal de Pouso Alegre e reuniu literatura, música e dança. Membros da Academia participaram da programação, enquanto talentosos músicos interpretaram clássicas canções italianas. A apresentação dos bailarinos do Ballet Luiz Henrique, com a tradicional tarantela, abrilhantou a noite de celebração à cultura italiana.

Léo Guimarães participou das homenagens com a declamação de “Itália”, de Álvares de Azevedo, e “Oração à Pátria Distante”, poema de sua autoria escrito em homenagem aos imigrantes italianos. A apresentação teve também um significado pessoal para o escritor, que dedicou a homenagem especialmente aos seus antepassados das famílias Brandani e Monterani, resgatando, por meio da poesia, as memórias, raízes e histórias de seus ancestrais.

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